Sessão Curtaí II

A sessão Curtaí II acontecerá no Cine Theatro Cachoeirano no dia 22 de março às 14h30.





Doido Lelé. Ficção. 17 min. BA. Brasil. 2008. Livre. 
Direção: Ceci Alves
Produção: Vanessa Sales


Sinopse: Caetano sonha em ser cantor de rádio na década de 50 e foge todas as noites de casa para tentar, sem sucesso, a sorte no programa de calouros. Até que, uma noite, ele aposta tudo numa louca e definitiva performance.


Deus. Documentário. 25 min. RS/SP. Brasil. 2016. Livre 
Direção: Vinícius Silva
Produção: Vinícus Silva e Rodrigo Acedo



Sinopse: Filme curta-metragem híbrido, entre documentário e ficção, o qual aborda a força de uma mãe negra da periferia de São Paulo e sua divina influência sobre o filho.


O som do silêncio. Ficção. 17 min. BA. Brasil. 2017. Livre
Direção: David Aynan
Produção: Coletivo de Cinema Negro Tela Preta e Odum Formação e Produção

Sinopse: O som do silêncio narra a tentativa de aproximação entre Binho, um menino de 10 anos e Osvaldo, seu pai, um homem surdo com quem ele nunca conviveu. A distância e o abandono vividos por Binho já seriam suficientes para dificultar essa aproximação, mas a surdez de Osvaldo acaba por ser um agravante e vai exigir de ambos um grande esforço para se aproximar.


Meu pai. Ficção. 21 min. RS. Brasil. 2014. Livre. 
Direção: Ana Luiza Azevedo
Produção: Casa de Cinema PoA e Canal Futura


Sinopse: Álvaro, tem 12 anos, é filho único de pais separados. Está numa fase de muitas dúvidas e inquietações. Tá inseguro, se achando feio, queria crescer logo, mas tem que esperar pelo estirão. Será que o pai também demorou a ter o estirão? Acha a Bruna linda, mas não tem coragem de convidá-la para dançar. Como será que o pai fazia? Como será que o pai pediu a mãe em namoro? A mãe manda que ele pergunte ao pai. Mas Álvaro não consegue, seu pai tem um jeito estranho de dizer as coisas.


Mãe?. Ficção. Min. 20 min. BA. Brasil. 2017. 12 anos.
Direção: Antônio Victor
Produção: Denise Claudio, Luiza Mucida e Marcela Christo

Sinopse: Rosa, é uma mãe que luta para criar sozinha o filho, Miguel, mesmo com a pressão de seu próprio pai pela falta de uma presença masculina na vida da criança. Rosa cria uma relação de dependência e controle na com seu filho, o que acarreta na destruição na relação dos dois com o passar dos anos, principalmente, quando na adolescência, Miguel, acaba despertando sua sexualidade, levando a Rosa a tomar atitudes para impedir aquilo e trazer o filho de volta ao seu controle.

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